segunda-feira, 13 de junho de 2011

!!!QUENTINHA!!!

                 Javier 'Chicharito' Hernández não jogará a Copa América pelo México

    O astro do Manchester United, considerado por muitos a revelação do ano no futebol europeu, não foi liberado para jogar a competição sul-americana este ano.
   A seleção da América do Norte está nos Estados Unidos, jogando a  Copa Ouro, prioridade deles este ano, pois o torneio é classificatório para a Copa das Confederações de 2013.
  Segundo o portal Globo.com, o México levará um time B para a Copa América na Argentina, com apenas cinco jogadores acima de 22 anos de idade. O principal astro será o brasileiro naturalizado Giovanni dos Santos, liberado pelo seu clube, o inglês Tottenham, para jogar as duas competições.

CRÔNICA - Na final da NBA, um alemão chamado Dirk Nowitzi fez a diferença a favor do Dallas

    Ao vencer o título da NBA pela primeira vez em 31 anos de sua história, o Dallas Mavericks deu uma lição no veterano time do Miami Heat nos seis jogos necessários para conquistar o troféu da mais importante liga de basquetebol do mundo. E surgiu a estrela do homem que sempre faz a diferença nestas horas (no caso, Dirk Nowitzi).
  Em uma decisão onde ambas as equipes mostraram uma instabilidade extrema ao longo dos seis jogos, com ambos os times tomando viradas incríveis nos placares, Dallas mostrou uma disposição maior para levar o título, demonstrou uma eficiência tremenda contra os momentos de desleixo e arrogância do time de Miami, e na maioria dos jogos, enquanto Miami dependia basicamente de três jogadores para triunfar (Dwayne Wade, Chris Bosh e um irregular LeBron James), o Dallas teve um time mais coeso ao longo da série final, com vários jogadores se destacando em  momentos diferentes, como J.J. Barea, Tyson Chandler, Jason Terry, Jason Kidd, Shawn Marion, e porque falar tanto de Dirk Nowitzi?
   Ele foi 'o cara' da decisão. Com um jeitão de quem pouco muda as emoções durante um jogo, toda bola complicada era passada pra ele, e o gigante alemão demonstrava uma habilidade que chama a atenção de todo fã de basquete, driblando e girando por entre a defesa de Miami, e até arremessando da linha de 3 pontos quando necessário, deixando claro o que ele mesmo disse que era um sonho de infância pessoal dele: ganhar o título da NBA. Ao receber o troféu de melhor jogador das finais, o jogador dos Mavericks dedicou o título ao seu treinador pessoal de arremessos, que estava visivelmente emocionado nas arquibancadas. E ainda jogou com febre!
  Abre o olho, seleção brasileira! É bom chegarmos à final do Pré-Olímpico das Américas, que vai acontecer na Argentina em setembro, porque senão, vamos ter que ir ao pré-olímpico Mundial, com seleções dos outros continentes, e se a Alemanha não classificar direto para a Olimpíada, vamos topar com esse galego de cara feia, e aí será muito difícil pra nós voltarmos a uma Olimpíada.
 
  

domingo, 12 de junho de 2011

BRASIL & EUA: As duas maiores forças do vôlei mundial hoje

   Neste fim de semana, o ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte, ferveu com dois jogos das duas últimas seleções campeãs olímpicas no vôlei masculino, Brasil e Estados Unidos. As duas seleções têm suas referências: Clayton Stanley, William Priddy e Richard Lambourne, pelos americanos, e Murilo, Rodrigão e o líbero Serginho pelos brasileiros. Mas uma coisa que pouca gente sabe é a estrutura que ambos os países oferecem para desenvolver este esporte, permitindo que, mesmo após a aposentadoria de jogadores importantes, haja renovação em ambos os países.
   Os Estados Unidos dispensam comentários na maioria dos esportes. Quase todos os atletas olímpicos estadunidenses têm que estar matriculados em alguma universidade. Quando são atletas profissionais, sem mérito nos estudos, vão jogar em times no exterior, e quando se destacam, são repatriados ainda jovens e jogam nas principais ligas do país. E ainda há forte investimento em pesquisas na maioria das área econômicas e sociais, inclusive esportes. O vôlei brasileiro se tornou um exemplo de organização e trabalho sério tanto dentro quanto fora das quadras. O Brasil foi o primeiro país do mundo a ter um C.T. próprio para suas seleções, na cidade de Saquarema, no Rio de Janeiro, chamado de Centro de Desenvolvimento de Voleibol, ganhou a maioria dos títulos mundiais de seleções de base nos últimos anos, já ganhou títulos importantes tanto no masculino quanto no feminino, e no vôlei de praia, e ainda há transparência nas decisões políticas tomadas pelos dirigentes do esporte. Enquanto no futebol, o presidente da CBF (melhor nem falar o nome) critica jogadores publicamente em caso de desempenhos ruins, o atual presidente da CBV Ary Graça Jr. assumiu a responsabilidade pelo fato do vôlei de praia brasileiro não estar se renovando, com jogadores consagrados em fim de carreira, e sem gente nova aparecendo com força. A CBV foi a primeira entidade esportiva do mundo a obter a  certificação ISO 9001:2000, graças a boa gestão de anos da entidade.
    No primeiro jogo, a seleção brasileira "errou menos" e venceu a seleção norte-americana por 3 sets a 1. No segundo jogo, foi o contrário, e os EUA venceram por 3 a 1. Mas o que mais chama a atenção é a grande renovação que os dois times passam, com jogadores diferentes a cada jogo, e ainda assim, continum a brigar pelos títulos. A Liga Mundial continua, o Brasil ainda briga forte pelo título, eos EUA são, provavelmente, nosso maior oponente. Quem sabe não vem aí a revanche da final olímpica de Pequim e 'damos o troco' neles em Londres 2012...
  

quinta-feira, 9 de junho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

CRÔNICA - Na despedida de Ronaldo, seleção 'nos faz ter saudade' do Fenômeno

   Com um futebol horrível e ruim de assistir, o Brasil faz um magro 1 a 0 sobre a decadente seleção da Romênia, gol de Fred. Ronaldo, homenageado do jogo, perdeu três chances inacreditáveis de gol nos 15 minutos que ficou em campo. Os romenos ainda acertaram uma bola na trave em cobrança de falta. Mas o resto... quem não viu, pode dar graças a Deus!
   Mano Menezes fez todas as substituições possíveis, e pouca coisa útil, pra não dizer nada, foi produzida. Novas 'peças' foram apresentadas ao público brasileiro, algumas já conhecidas tiveram nova chance, mas nada de excepcional foi apresentado. E ainda temos que ver o Robinho sair de campo vaiado com justiça, e o Galvão Bueno soltar outra de suas pérolas, dizendo que a torcida tava vaiando o Mano, porque ainda queria ver o Robinho (Cala a boca, Galvão!)
   O Mano Menezes, pouco após o jogo, divulgou a lista com os 22 convocados para a Copa América no mês que vem, na Argentina:

GoleirosJulio César (Inter de Milão)
Victor (Grêmio)

LateraisDaniel Alves (Barcelona)
Maicon (Inter de Milão)
André Santos (Fenerbahçe)
Adriano (Barcelona)

ZagueirosLúcio (Inter de Milão)
David Luiz (Chelsea)
Luisão (Benfica)
Thiago Silva (Milan)

VolantesRamires (Chelsea)
Lucas Leiva (Liverpool)
Sandro (Tottenham)

MeiasElano (Santos)
Elias (Atlético de Madri)
Paulo Henrique Ganso (Santos)
Jadson (Shakhtar Donetsk)
Lucas (São Paulo)

AtacantesNeymar (Santos)
Robinho (Milan)
Fred (Fluminense)
Alexandre Pato (Milan)

   Se essa seleção, com jogadores que ainda não transmitiram confiança ao torcedor, jogar da mesma maneira que jogou os amistosos desde o início da 'Era Mano', aí 'já era, Mano', pois será pouco provável sua permanência como técnico da seleção pra Copa do Mundo de 2014

sábado, 4 de junho de 2011

CRÔNICA

   Será que o Mano Menezes vai sobreviver?

    Para quem é amante do bom futebol, e torce pelo bem do esporte o Brasil, o jogo do sábado, dia 04, entre Brasil e Holanda se tornou mais um motivo de frustração e aborrecimento para o torcedor brasileiro. Pior do que ver a seleção brasileira atual, mais uma vez, não superar um adversário tradicional, vê decisões equivocadas do técnico de maneiras sucessivas, e jogadores com pouca inspiração e talento dentro de campo, errando lances inacreditáveis e falhas que deixam um jogador marcado durante sua carreira.
   Num primeiro tempo apático, com as melhores chances por parte da seleção holandesa, ficou clara a apatia e a falta de critério do treinador em escalar alguns jogadores para a seleção brasileira. Como é que o Fred, ainda fora da forma ideal por conta de sucessivas lesões, e deixa ele jogar por mais de 60 minutos, sem ser objetivo? Além disso, três meio-campistas, sendo dois volantes, e nenhum homem de criação. Mesmo o gol mal-anulado do Brasil não apaga a má atuação do time canarinho.
   No segundo tempo, a disposição do time foi outra, mas a eficácia ainda foi nula. Mano Menezes fez cinco substituições no jogo, que pouco ou nada significaram. O Ramires foi expulso por uma falta infantil no Robben, e Neymar e Robinho perderam oportunidades incríveis, além das falhas técnicas do resto do time ao longo do jogo. A torcida brasileira que estava no Serra Dourada, em Goiânia, vaiou o time, e o goleiro Júlio César fez uma crítica, em tom de alerta, para a comissão técnica da seleção, dizendo que, se não houver mudanças, o time não vai se dar bem mais à frente.
   Já é o terceiro jogo em que Mano Menezes não vence times tradicionais (perdeu para a Argentina e para a França, antes deste jogo). Jogadores sem grande competência técnica, independente da posição são convocados pra seleção e, ao entrar em campo, só fazem besteira (Douglas, Jonas e Lucas Leiva, por exemplo), enquanto jogadores que fazem destaque tanto no futebol brasileiro quanto no futebo europeu, não tem as chances que merecem (isso inclui Thiago Neves, Hulk, e Marcelo). Próximo mês, teremos Copa América, na Argentina, com uma expectativa enorme de um 1º título de um tal Lionel Messi pela seleção alviceleste. Se o técnico do Brasil não olhar com mais atenção para os jogadores que chama, as formações e estratégias que escolhe, o Brasil corre o risco de passar vexame no torneio continental, e vai ser quase impossível sua permanência no cargo mais cobiçado do futebol nacional.
   Vê se abre o olho, Mano!  

quinta-feira, 2 de junho de 2011

CRÔNICA

                                                                    Vasco x Coritiba: A final da redenção

    Ontem, se realizou o primeiro jogo da final da Copa do Brasil no estádio São Januário, no Rio de Janeiro. O Vasco da Gama venceu este jogo por 1 a 0, gol de Alecsandro, e a volta é quarta-feira que vem no estádio Couto Pereira, em Curitiba. Mas seja quem for o campeão, o troféu e a vaga à Taça Libertadores vai coroar a recuperação e o resgate de times tradicionais do futebol brasileiro que enfrentaram fortíssimas crises nos últimos anos, e que deram a volta por cima.
   O Coritiba, no ano em que completou 100 anos de existência (2009) foi rebaixado para a Série B em casa, e após o jogo, vândalos infiltrados na torcida promoveram um quebra-quebra no estádio, com gente saindo ferida do Couto Pereira, o que causou a perda de campo do time nos primeiros jogos da Série B. O Vasco da Gama, com uma torcida maior e com maior peso em termos de títulos conquistados, teve uma situação pior em 2008. Após uma gestão fraudulenta e autoritária do dirigente Eurico Miranda, deixando um clube campeão em quase tudo à beira da falência, fez um trabalho para voltar à série A em 2009 com sérios problemas financeiros e desconfiança de todos que são envolvidos no meio do esporte, pensando que o clube tinha se rebaixado de vez do nível das grandes forças do esporte nacional.
   Mas uma coisa que faltou muito às pessoas que lidam com o esporte no Brasil, ao longo da história, foi crucial para a retomada de ambos os clubes ao nível da equipes de ponta no país: competência administrativa.
   Sem sobressaltos, com investimentos baixos e trabalhos de reestruturação com técnicos e comissões de competência, ambos os clubes voltaram à elite do futebol brasileiro de maneira tranqüila e são encarados novamente como instituições de respeito. O Coritiba se tornou bicampeão paranaense, o segundo título de maneira invicta, mesmo rebaixado, manteve o treinador Ney Franco, e com a saída deste para a seleção brasileira sub-20, foi indicado um técnico em nome dele, Marcelo Oliveira, que manteve a seqüência do trabalho, e com poucas, mas efetivas alterações no elenco, voltou à serie A e se firmou como rpincipal clube de seu estado no momento. Já o Vasco, mesmo sem conquistar algum título, tentou saldar parte das gigantescas dívidas do clube, contratou reforços de clubes poucos conhecidos, e com a estrutura já existente do clube, promoveu jovens das categoris de base, e na base da garra e da superação, apoiado pela quinta maior torcida do país ( já foi a quarta, mas isso é outra história! ), conseguiu se manter na elite e tem novamente a chance de conquistar um título de projeção nacional na elite.
   Independente do que aconteça no segundo jogo, as duas instutições provaram que dá pra conquistar o respeito no meio do futebol sem ideias mirabolantes, apenas trabalhando sério, e recuperaram o status de times grandes do futebol brasileiro. Parabéns a ambos, Vasco da Gama e Coritiba.